Habilidades de um empreendedor!

17/12/2020
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Este ano foi totalmente atípico. Muitos planejamentos foram interferidos por conta da pandemia, e algumas habilidades tiveram que ser testadas e até mesmo atualizadas no ramo do empreendedorismo.
Quando falamos de empreendedor, nem sempre as pessoas têm entendimento da dimensão e das múltiplas habilidades necessárias, mas o desafio de se “ lançar” no mercado nem sempre é fácil, mas é muito bom. 
 

Abaixo destacamos algumas habilidades que são essenciais para o empreendedor, principalmente em momentos de instabilidade no varejo.

Liderança:

Nós comentamos em outro post sobre o papel do líder e do gestor, e uma das principais características no empreendedorismo é liderar.
Um líder consegue ter uma visão do todo, acompanhando os movimentos internos da empresa e os movimentos da concorrência também. 
Com a habilidade de liderar, é ele que dará o fluxo e a intensidade para o negócio, engajando seus colaboradores e passando confiança que os passos tomados são melhores. 
Ouvir, também é uma capacidade que o líder deve ter, não apenas ouvindo sua equipe, mas o mercado e os insights que ele trás. 
E não menos importante, um líder deve ter humildade, para ouvir, aprender e evoluir com seus erros. 

Empatia:

A palavra empatia, vem sendo muito usada pelas organizações, não apenas no desenvolvimento do pessoal interno, mas também com os clientes.
Como lançar algo novo no mercado, seja produto ou serviço, sem de fato saber se é relevante? A empatia vem para somar nessa decisão, olhando com o viés dos clientes, das suas necessidades, sua rotina, seu momento de vida e o que é essencial. É ser capaz de sentir, pensar e compreender.

Coragem:

Empreender é ter coragem.
Todos os dias os desafios são diferentes, é a velocidade da mudança , a concorrência, múltiplas fontes de informação, clientes mais exigentes. Tudo isso faz e muito mais fazem parte do dia de um empreendedor.
E para isso é preciso coragem! 
Coragem para enfrentar as mudanças, para mudar, para se atualizar, para vencer as crises, para gerir, para vender, para errar, para recomeçar.
Todos os dias é preciso coragem para enfrentar o novo que virá.

Autoconhecimento e Flexibilidade:

Ter autoconhecimento é fundamental, tanto o autoconhecimento pessoal, quanto empresarial.
Quando olhamos para dentro de nós e para dentro do negócio, conseguimos identificar nossas fortalezas e fraquezas, assim entendendo o melhor modo de agir. 
Ao identificar esses pontos fortes e fracos, é mais fácil se tornar flexível à mudanças.
Mudanças são fundamentais e cruciais ao empreendedorismo, estar atualizado sobre produtos, serviços e o comportamento do consumidor, entretanto, ainda existe o “ sempre foi feito assim” que por um tempo pode ter dado certo, mas o empreendedor precisa ser flexível para “ agora será feito assim” e garantir bons resultados. 

Timing e gestão do tempo:

Ter o timing certo para implantar algo novo é um dos diferenciais para o seu negócio. 
Esse timing está muito atrelado aos movimentos de mercado e do consumidor. Afinal, se sua empresa começa um movimento muito cedo, pode ser que os clientes não entendam ou até mesmo não identifiquem como diferencial, ao mesmo tempo que chegar tarde, parecerá que está atrasado.
E para achar este timing, é preciso fazer gestão do tempo.
O tempo passa rápido e para todos, por isso, realizar um planejamento do tempo e atribuições é importante. Assim, o tempo não será consumido apenas por burocracias, mas também para pesquisa com consumidores, pesquisa de mercado e de comportamento.
Ter tempo de planejamento é economizar o tempo que poderá ser perdido, tentando recuperar o que passou. 

Pensamento estratégico: 

A base de qualquer negócio é a estratégia. 
O pensamento estratégico baseia as tomadas de decisões. É com base nisso e no planejamento- até porque planos sem ação não geram resultados- que constroem os passos futuros da empresa.
Clica aqui e veja mais algumas dicas de como realizar um planejamento estratégico, qual o melhor momento e ferramentas para isso. 

 

Case Post-it: 

Quem vê o sucesso e a popularidade de Post-it não imagina que o produto é fruto de uma invenção que, inicialmente, não tinha utilidade. Em 1968, o químico norte-americano Spencer Silver desenvolveu um adesivo que aderia suavemente às superfícies e podia ser removido e recolocado facilmente. O invento, no entanto, foi deixado de lado até 1977, quando Art Fry, colega de Silver na 3M, encontrou uma função para ele.
Fry passou a aplicar o adesivo em tiras de papel para marcar o livro do coral da igreja em que cantava. Interessada pela novidade, a 3M realizou pesquisas com os consumidores, que ainda assim não encontraram uma utilização para o papel-adesivo. Finalmente, no ano seguinte, os bloquinhos tornaram-se populares a partir de uma ação de degustação. A empresa distribuiu amostras entre os consumidores e 90% deles disseram que comprariam o produto.


 

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